Ararinha Azul Da Caatinga

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Ararinha-azul – Com nome científico Cyanopsitta spixi,a ave é nativa e endêmica – isto é, não encontrada em nenhum outro lugar – da região de Curuçá, na Bahia, cujo bioma é a Caatinga.

A ararinha-azul, um dos psitacídeos mais ameaçados do mundo,desapareceu da natureza na virada do milênio devido ao tŕafico de animais e à degradação de habitat da Caatinga.

Aararinha-azul, espécie típicadaBahia e que estava extinta na natureza, voltou a voar livre pelaCaatingadepois de mais de 20 anos.

A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)é uma espécie endêmica de uma pequena região semiárida do Baixo–Médio Vale do Rio São Francisco, inserida no bioma Caatinga, no estado da Bahia.

A ação é coordenada pela responsável técnica do projeto Ararinha na Natureza, a veterinária Camile Lugarini, do ICMBio, com apoio da pesquisadora associada do Instituto Arara-Azul do Pantanal, Grace Ferreira da Silva. As pesquisadoras fazem a iniciação científica das jovens e ensinam o manejo com as aves. Arvorismo Primeiro, é preciso escalar as frondosas caraibeiras, árvores que se destacam na paisagem da Caatinga e onde as maracanãs fazem os ninhos, aproveitando os ocos existentes.

A ararinha-azul,espécie típica da Bahia e que estava extinta na natureza, voltou a voar livre pela Caatinga depois de mais de 20 anos.

É que ainda coberta por peninhas brancas e acomodada nas mãos de cuidadores, o primeiro filhote de ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) da Caatinga brasileira, em 30 anos, recebe os cuidados da equipe de uma associação, depois de ter vindo

Aararinha-azul(Cyanopsitta spixii) é uma espécie endêmica de uma pequena região semiárida do Baixo-Médio Vale do Rio São Francisco, inserida no biomaCaatinga, no estadodaBahia. Historicamente considerada rara, sua área de distribuição permaneceu por muito tempo pouco conhecida.

O projeto está concentrado na Área de Proteção Ambiental (APA)daArarinha-Azul, em Curaçá, no nortedaBahia, regiãodaCaatingaonde o último exemplar silvestre foi visto no ano 2000. É o único local do mundo onde a espécie voa novamente em ambiente natural.

AararinhaCyanopsitta spixii, ouararinhaazul, é uma ave endêmicadacaatinga, ocorrendo do extremo nortedaBahia ao sul do Rio São Francisco, na região de Juazeiro.

Em 2022, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), um dos psitacídeos mais ameaçados do mundo, começou a ser reintroduzida na Caatinga. A espécie, que faz do grupo das araras, papagaios e periquitos, desapareceu de seu habitat nativo em 2000,

Aararinha-azul(Cyanopsitta spixii), ave endêmicadaCaatingabaiana, voltou a colorir os céus de Curaçá, no nortedaBahia, em 2022, após mais de duas décadas considerada extinta na natureza.

Assista ao vídeo do ICMBio sobre as ararinhasCarla e Tiagoque vieram da Alemanha. Era encontrada exclusivamente no Brasil, sendo endêmica da caatinga baiana, vivendo nas matas de galeria, localizadas às margens de riachos da região.

Após mais de duas décadas considerada extinta na natureza, aararinha-azul(Cyanopsitta spixii) está de volta ao seu lar original naCaatinga, no estadodaBahia.

Aararinha-azul(Cyanopsitta spixii), endêmica do biomaCaatingae um dos símbolosdaluta pela preservaçãodabiodiversidade brasileira, deu um passo importante rumo à reintrodução em seu habitat natural neste começo de 2025.

Em decorrência do corte indiscriminado de árvoresdacaatingae do tráfico ilegal, a população se reduziu até restar um único indivíduo, que desapareceu em 2000-2001.

A reintrodução da ararinha-azul na Caatinga baiana, regulada pelo Plano de Ação Nacional (PAN) para a Conservação da Ararinha-Azul, é um movimento gradativo que durará anos e pede um esforço de organizações e comunidades locais para a restauração de áreas degradadas que serão habitadas pela espécie.

Apresenta corpo azul, cabeça azul-acinzentada, íris amarela e bico negro. Esse animal alimenta-se de frutos e algumas sementes. Sua reprodução ocorre no período chuvoso. Habitava o ambiente da caatinga, principalmente na região do vale

Reintrodução das ARARINHAS-AZUIS na natureza! Aves retornam à CAATINGA BAIANA

Momento histórico! As ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) foram reintroduzidas no sertão da Bahia, no município de Curaçá!

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